Depois de andar preocupada a discutir o prefixo do José Sócrates*, a Ordem dos Engenheiros (OE) fez, em 10 anos, a primeira manifestação pública respeitante às condições indignas que são, actualmente, oferecidas aos engenheiros no mercado de trabalho português. Logo da Ordem dos Engenheiros, http://www.ordemengenheiros.pt/pt/ Foram necessários 10 anos para estes senhores acordarem para o assunto. Mais, a acção foi unicamente meia página de parágrafos publicados no seu sítio. Como se isto fosse consequente de alguma forma. Em leitura, e à parte do uso do termo “denuncia” no título, não vejo nem reconheço qualquer acção tomada. E, ainda, recorrem da eloquência e de uma excessiva suavidade no texto perante aquilo que eu considero ser uma real drama profissional e com, prevejo, uma potencial catástrofe no futuro da economia nacional. Vulgo, o texto não me parece mais que “atirar areia para os olhos dos parcos leitores” numa era em que os profissionais de engenharia já nem conside...
Depois do Relvas , depois do Coelho , temos o Costa ! E a verdade é que tenho de ser coerente: não podemos ter um primeiro-ministro a motivar as pessoas a sair do País. Compreendo a sugestão e a motivação dada para que muitos consigam sair de situações pessoais dramáticas, pelo desemprego e dificuldades económicas inerentes. Compreendo a estratégia de dinamizar a Língua Portuguesa mas acho-a uma demonstração de orgulho vazio e inconsequente. Mais, falho em ver o retorno directo da emigração à economia de Portugal. Talvez só pelas férias e pelo dinheiro gasto em ir mantendo a casa da família lá na terrinha. A verdade é que, a longo prazo, a emigração apenas tem uma consequência: o esvaziamento populacional de Portugal da geração mais activa e a decepar uma já envelhecida pirâmide demográfica . Acredito que estes senhores, no seu dia-a-dia, brincam com folhas de excel e alcançam a conclusão que a solução para os problemas da economia de Portugal (ou dos seus problemas pessoais) é a reduç...